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"Eu não sou eu nem sou o outro,Sou qualquer coisa de intermédio: Pilar da ponte de tédio Que vai de mim para o Outro"Perdi-me dentro de mim Porque eu era labirinto. Um homem polêmico e surpreendente![]() - Não quero que sejam andarilhos como eu. Mas sonho que sejam andarilhos nas vielas de seu próprio ser. Percorram territórios que poucos intelectuais se arriscaram a explorar. Não sigam mapa nem bússola. Procurem-se, percam-se. Façam de cada dia um novo capítulo, de cada curva uma nova história.
Criticava a maquinização do Homo sapiens moderno, que vivia, trabalhava e dormia como máquina, sem refletir sobre o que é ser sapiens nem sobre os mistérios da existência. Andava na superfície da terra, caminhava na superfície da existência, respirava na superfície do intelecto. Algumas pessoas protestavam: 'Quem é esse audacioso invasor de privacidade? De que manicõmio saiu esse sujeito?". Outras descobriam que não tinham tempo para o essencial, em especial para si mesmas.
Apenas um pequeno grupo de íntimos dormia onde ele durmia e vivia tal qual ele vivia. Eu, que escrevo esta história, esta entre eles. As pessoas que o contatavam não sabiam se estavam dentro de um filme, se o que presenciavam era surreal ou concreto.
A origem desse homem era uma incógnita, inclusive para seus discípulos. Quando interrogado sobre sua identidade, repetia seu famoso pensamento:
- Sou um caminhante que anda no traçado do tempo, procurando-se.
(...).
- Uma existência sem sonhos é uma semente sem solo, uma planta sem nutrientes. Os sonhos não determinam que tipo de árvpre você será, mas dão forças para você entender que não há crescimento sem tempestades, períodos de dificuldades e incompreensão. - E recomendou: - Brinquem mais, sorriam mais, imaginem mais. Lambuzem-se com a terra dos seus sonhos. Sem terra a semente não germina. (...).
Cury, Augusto. O vendedor de Sonhos: E a revolução dos anônimos. pag. 16-20. (Livro).
Bom Helloween a todos !!!!!!
Busque Amor novas artes, novo engenho![]()
Busque Amor novas artes, novo engenho (Luis de Camões) Busque Amor novas artes, novo engenho Pera matar-me, e novas esquivanças, Que não pode tirar-me as esperanças, Que mal me tirará o que eu não tenho. Olhai de que esperanças me mantenho! Vede que perigosas seguranças! Que não temo contrastes nem mudanças, Andando em bravo mar, perdido o lenho. Mas, enquanto não pode haver desgosto Onde esperança falta, lá me esconde Amor um mal, que mata e não se vê, Que dias há que na alma me tem posto Um não sei quê, que nasce não sei onde, Vem não sei como e dói não sei porquê. Chamando os Complicados" Depois de vinte minutos de dança no sopé do Edifício San Pablo, o vendedor de sonhos pediu novamente silêncio para a multidão remanescente. Eufóricas, as pessoas pouco a pouco se aquietaram. Para o espanto de todos, ele proclamou um verso em voz alta, como se estivesse no alto de um monte:
— Muitos dançam sobre o solo,
Mas não na pista do autoconhecimento.
São deuses que não reconhecem seus limites.
Como poderão se achar se nunca se perderam?
Como serão humanos se não se aproximam de si?
Quem são vocês? Sim, digam-me, quem são?
As pessoas ficaram com os olhos regalados. Elas haviam acabado de dançar numa pista improvisada, mas agora o promotor da festa introduzia uma outra pista e as questionava se eram humanas ou divinas. Vários homens bem-trajados, em especial aqueles que não haviam dançado e estavam na posição de críticos, ficaram atordoados. Diariamente estavam vidrados na cotação do dólar, nas cotações da bolsa de valores, em técnicas de liderança empresariais, em carros, hotéis, mas muitos jamais haviam dançado na pista do autoconhecimento, jamais haviam sido caminhantes no território psíquico.
Viviam vazios, entediados, ansiosos, inundados de tranqüilizantes. Não se humanizavam. Eram deuses que morriam um pouco a cada momento, eram deuses que negavam seus conflitos.
Vendo a multidão silenciada, ele expandiu seu discurso:
— Sem filosofar a vida, viverão na superfície. Não perceberão que a existência é como os raios solares que despontam solenemente na mais bela aurora e se despedem fatalmente no ocaso. — Alguns o aplaudiram sem entender a dimensão do seu raciocínio e sem perceber que estavam próximos do entardecer."
Trecho retirado Cury, Augusto. O vendedor de Sonhos: O chamado. p. 59. (Livro). Sem tiSEM TI!
(by Jader Mussato) Sem ti
Padeço num mundo sombrio Onde o vento frio É o inimigo da alma... Sem ti As cores vão se embora E dão lugar às nuvens Pintadas do mais triste cinza Que brota dos meus olhos... Sem ti A vida deixa de ser um belo filme... Passa a ser uma breve noticia Que anunciada perde a graça, Como tudo que passa por mim Sem ti... ********************************* SEM TI !!! Iluminaste minh'alma, Mostraste-me o que é o amor! Com teu olhar risonho, mostraste-me o paraíso em flor! O teu sorriso ilumina minh'alma, cansada e dolorida... Resgata a alegria perdida no longe de "um dia"... Sem ti, meu coração sucumbe, Sem ti, meus dias são iguais... Sem luz para guiar meus passos... Sem amor, para curar meus ais! Ao som da Música Alone Again - Yuna Ito Amigo não tem defeito![]() O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta: "Cachorrinhos à venda".
Esse tipo de anúncio sempre atrai as crianças, e logo um menininho apareceu na loja perguntando: - Qual o preço dos cachorrinhos? O dono respondeu: - Entre R$ 30,00 e R$ 50,00. O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas: - Só tenho R$2,37. Posso vê-los? O homem sorriu e assobiou. De trás da loja saiu sua cachorra correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trás.
O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando. - O que aconteceu com esse cachorrinho??? perguntou. O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida.
O menininho se emocionou e exclamou: - Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!. E o homem respondeu: - Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer,eu te dou de presente. E o menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse: - Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago por completo.
O homem respondeu: - Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos.
O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:
- Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda. O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas...sorriu e disse: - Filho, só espero que cada um destes cachorrinhos tenha um dono como você. Moral: Na vida não importa como somos, mas que alguém te aprecie pelo que você é, e te aceite e te ame incondicionalmente.
Um verdadeiro amigo é aquele que chega quando o resto do mundo já se foi.
Mande esta mensagem a todas as pessoas que consideras especial. Eu acabo de fazê-lo! Amigo não tem defeito.
Ao som de Djavan - Um dia frio |
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